Spoiler - Blade
By : Atila Ferreira
Novo spoiler de hoje: Blade
Atila:
E começamos a semana com o Blade, ainda bem! Já deu de X-men por enquanto, né?
Carta que lembra o Justiceiro, apesar de bem mais limitado.
Sua habilidade é bem interessante, ainda mais pensando em como o Omega Red e Wolverine são chatos, e em como os decks que utilizam reestruturação muscular estão pipocando por aí, pode ser um bom counter.
Sua combinação de poderes é clássica, agilidade e garras fornecem um bom pool de recursos ofensivos e regeneração o coloca como possível opção para um futuro deck de cura, que com Poderes Ocultos começa a se modelar, porém ainda faltam personagens além do Omega Red e Caveira Vermelha, e faltam boas opções de habilidades além de reestruturação muscular, para ajudar na construção deste deck.
E acrescentando, garras imoladoras deve ter adorado esta carta, 5 de dano na preparação em algum personagem com regeneração, nunca mais o Wolverine ficará sossegado.
O Blade deve entrar em decks voltados para agilidade + garras imoladoras, ou decks de cura, porém nunca com 3 cópias da carta, pois com seu custo razoavelmente alto (4/1) para ese tipo de deck, ele pode acabar ficando na sua mão ou ser descartado para capacitar outro personagem.
No geral, pela raridade comum, habilidade e poderes, é uma ótima carta, pois todo mundo vai conseguir suas três cópias bem facilmente. Porém no cenário competitivo não deve aparecer muito, talvez pontualmente em um ou outro deck muito bem montado, mas mais como uma alternativa C ou D, caso apareça um Omega Red, Hulk, Bomba-A ou Wolverine, pois contra decks que não são de regeneração ele é mais uma carta igual a muitas outras, com o agravador de uma boa parte das outras cartas custarem 3. Mas acho em decks que usam treinamento intenso e trespassar, pelo menos uma cópia dele seria prudente.
Pelo quantidade de outros personagens com os mesmo poderes e mesmo ataque, levaria 2/5, mas como tem esse plus que pode torná-lo um baita countar de Omega Red e Wolverine (personagens com regeneração mais vistos no metagame atual) fica com 3/5.
Daniel
Tá aí um personagem que eu nem imaginava num futuro próximo. Também gostei de lembrarem da afiliação Novos Guerreiros.
A combinação de poderes o coloca em competição direta com outros personagens populares no meta, como Wolverine e Deadpool. Então, qual seria o papel dele? O que o faria ser considerado no lugar de outros personagens que compartilham do seu arquétipo?
A ação própria é bem padrão. O tipo Lâminas atrapalha um pouco por poder ser travado se Magneto (BSET) entrar em cena. Sempre um fator a se considerar.
Felizmente, o texto permanente tornará o caçador de vampiros uma força a ser considerada, conforme o meta for moldado. Sabemos que o criador do jogo tem um certo apreço pelo poder Regeneração e que desejava fazê-lo funcionar gradativamente dentro do jogo. Blade é a carta que vai garantir que esse avanço não fuja ao controle. Garras Imoladoras fica ainda mais bruta nas mãos dele, se houverem alvos em cena com Regeneração, o que sempre preocupa.
Em decks que sigam esse arquétipo, ao menos uma cópia dele deve ser considerada como auto-counter. Super Força também é um deck de depende de Regeneração e começa a dar as caras no cenário competitivo com solidez. Ou seja, as oportunidades existem.
No geral, um bom design para uma carta comum. Creio que vê jogo, ainda que não imediatamente após o lançamento de BSMI.
Nota: 3/5
E não deixem de conferir os spoilers do nosso parceiro Amálgama, clicando aqui.
Atila:
E começamos a semana com o Blade, ainda bem! Já deu de X-men por enquanto, né?
Carta que lembra o Justiceiro, apesar de bem mais limitado.
Sua habilidade é bem interessante, ainda mais pensando em como o Omega Red e Wolverine são chatos, e em como os decks que utilizam reestruturação muscular estão pipocando por aí, pode ser um bom counter.
Sua combinação de poderes é clássica, agilidade e garras fornecem um bom pool de recursos ofensivos e regeneração o coloca como possível opção para um futuro deck de cura, que com Poderes Ocultos começa a se modelar, porém ainda faltam personagens além do Omega Red e Caveira Vermelha, e faltam boas opções de habilidades além de reestruturação muscular, para ajudar na construção deste deck.
E acrescentando, garras imoladoras deve ter adorado esta carta, 5 de dano na preparação em algum personagem com regeneração, nunca mais o Wolverine ficará sossegado.
O Blade deve entrar em decks voltados para agilidade + garras imoladoras, ou decks de cura, porém nunca com 3 cópias da carta, pois com seu custo razoavelmente alto (4/1) para ese tipo de deck, ele pode acabar ficando na sua mão ou ser descartado para capacitar outro personagem.
No geral, pela raridade comum, habilidade e poderes, é uma ótima carta, pois todo mundo vai conseguir suas três cópias bem facilmente. Porém no cenário competitivo não deve aparecer muito, talvez pontualmente em um ou outro deck muito bem montado, mas mais como uma alternativa C ou D, caso apareça um Omega Red, Hulk, Bomba-A ou Wolverine, pois contra decks que não são de regeneração ele é mais uma carta igual a muitas outras, com o agravador de uma boa parte das outras cartas custarem 3. Mas acho em decks que usam treinamento intenso e trespassar, pelo menos uma cópia dele seria prudente.
Pelo quantidade de outros personagens com os mesmo poderes e mesmo ataque, levaria 2/5, mas como tem esse plus que pode torná-lo um baita countar de Omega Red e Wolverine (personagens com regeneração mais vistos no metagame atual) fica com 3/5.
Daniel
Tá aí um personagem que eu nem imaginava num futuro próximo. Também gostei de lembrarem da afiliação Novos Guerreiros.
A combinação de poderes o coloca em competição direta com outros personagens populares no meta, como Wolverine e Deadpool. Então, qual seria o papel dele? O que o faria ser considerado no lugar de outros personagens que compartilham do seu arquétipo?
A ação própria é bem padrão. O tipo Lâminas atrapalha um pouco por poder ser travado se Magneto (BSET) entrar em cena. Sempre um fator a se considerar.
Felizmente, o texto permanente tornará o caçador de vampiros uma força a ser considerada, conforme o meta for moldado. Sabemos que o criador do jogo tem um certo apreço pelo poder Regeneração e que desejava fazê-lo funcionar gradativamente dentro do jogo. Blade é a carta que vai garantir que esse avanço não fuja ao controle. Garras Imoladoras fica ainda mais bruta nas mãos dele, se houverem alvos em cena com Regeneração, o que sempre preocupa.
Em decks que sigam esse arquétipo, ao menos uma cópia dele deve ser considerada como auto-counter. Super Força também é um deck de depende de Regeneração e começa a dar as caras no cenário competitivo com solidez. Ou seja, as oportunidades existem.
No geral, um bom design para uma carta comum. Creio que vê jogo, ainda que não imediatamente após o lançamento de BSMI.
Nota: 3/5
E não deixem de conferir os spoilers do nosso parceiro Amálgama, clicando aqui.
Tag :
Spoiler
,
Parceria A.N.G - Torneios de Battle Scenes SP
By : Atila Ferreira
Olá pessoal, tudo blz? Espero que sim. Boas novas pessoal!! O blog Amálgama Nerd Geek juntamente com o blog Torneios de Battle Scenes SP são agora blogs parceiros. E o que isso quer dizer? Quais serão as novidades? Confiram abaixo.
Galerinha essa parceria se inciará em alguns pontos, que são os seguintes:
- Spoilers conjuntos: Isto é, aqui no Torneios de BS. vocês conferem as impressões dos nossos autores sobre cada nova carta, e em cada spoiler vai ter o link que envia direto para o comentário da turma do Amálgama. E vice-versa;
- Matérias conjuntas: Os autores de ambos os blogs podem (e vão) fazer matérias conjuntas, além de publicarem sozinho num ou outro blog. Por isso não se assuste de ver uma matéria nossa por lá ou deles por aqui (ou de todos nós juntos);
- Divulgação de eventos e calendários: Todos os eventos relacionados a BS no estado de SP, inclusive os torneios, isto é, a agenda, será divulgada em ambos blogs.
obs. Obviamente não termina aqui, ou seja, conforme o tempo for passando e a parceria amadurecendo, novas ideias com certeza irão surgir.
link: http://www.nerdgeekcorporation.blogspot.com.br/
E para começar com o pé direito um mega torneio. Em breve novidades.
link: http://www.nerdgeekcorporation.blogspot.com.br/
E para começar com o pé direito um mega torneio. Em breve novidades.
Decklist: Highlanders e Report: Bazar Magic 07/06
By : Daniel Bastos
Boa tarde, galera!
Com BSPO na segunda metade do seu curto ciclo em andamento, o meta atual tornou-se amplamente dependente da decisão pela iniciativa. Assim, mesmo as melhores idéias de decks novos, sem o devido balanceamento entre um plano de jogo com a iniciativa e um plano diferente sem ela, não vingariam.
Dentre os decks da temporada, é fácil observar o padrão: Magia e S.H.I.E.L.D. armam a mesa no primeiro turno com domínio quase completo e capacidade de compra, reestabelecendo rapidamente a mão descartada para Convocar Reforços. Ômega, caso tenha Super Plano de Dominação, também. Senão, é um dos poucos decks que ainda tem opções de ataque sem a iniciativa. Energético é a exceção à regra.
Cansado de decidir algumas partidas com o "poder da moeda", comecei a experimentar opções que me permitissem jogar com qualidade independentemente do resultado que determina quem começa o jogo e concluí que o melhor caminho seria trabalhar uma idéia baseada em Super Força, com resistências acima do normal para aguentar o primeiro tranco de uma antecipação e partir para o jogo de atrito.
Minha primeira tentativa terminou em frustração quando levei um deck experimental mesclando Super Força e Ataque à Distância para um torneio em São Paulo em meados de Maio. Voltei à prancheta e continuei utilizando meu Ômega até lapidar a idéia em algo que me agradasse. Nesse meio tempo, tivemos Airon Toledo, de Jundiaí, obtendo um sucesso muito bem-vindo em um torneio local com o deck que ele batizou de "BHB", também baseado no conceito de Super Força e Ataque à Distância. Mas, mesmo com esse sucesso, durante a montagem desse deck, acabei por concluir que, embora Ataque à Distância fosse uma solução óbvia para cobrir as defesas de personagens de Super Força, com Lança-Mísseis e Fogo Cruzado, eu precisava de uma abordagem mais ofensiva e passiva ao mesmo tempo, que se integrasse melhor aos personagens principais do deck.
Foi aí que eu juntei as peças e as pus à prova no primeiro torneio de Junho. Com vocês, o deck Highlanders:
Personagens: 21
Bomba-A x3
Hulk (BSET) x2
Hulk (BSUM) x1
Blob x3
Thor (BSET) x2
Dr. Destino (BSUM) x2
Wolverine (BSUM) x3
Deadpool (BSET) x2
Medula x3
Habilidades: 27
Onda de Choque x3
Super Soco (BSPO) x3
Super Soco (BSUM) x2
Rompante de Brutalidade x1
Sabre x3
Trespassar x3
Contra-ataque Afiado x3
Reestruturação Muscular x3
Simbionte - Venom x1
Escudo Improvisado x3
Proteção x2
Suportes: 3
Armadilha Reforçada x3
Cenários: 9
Convocar Reforços x3
Garras Imoladoras x3
Retirada Estratégica x3
Resumindo a ópera, é um deck que mescla Super Força, Lâminas e Regeneração (com o nome sendo uma óbvia homenagem proveniente da combinação dos poderes que caracterizavam os personagens da série em questão =P) para criar uma defesa sólida. Mas o grande segredo desse deck é explorar a matemática do jogo para exaurir o oponente de opções enquanto você trabalha o campo e se coloca em condição de vitória quando o oponente estiver indefeso.
A estratégia básica é colocar 14 pontos de prêmio em jogo no primeiro (sem iniciativa) ou segundo (com iniciativa) turno, caso seu oponente abra com a tradicional manobra Mystério/Convocar Reforços, sem dar ao mesmo tempo para trabalhar a estratégia e com a melhor defesa disponível. Existem três maneiras de operar a estratégia básica, baseadas na soma dos pontos de personagem disponíveis no deck e no que sair na sua mão de abertura (considerando o uso de Convocar Reforços da sua parte também):
7-7: Bomba-A / Hulk; Bomba-A / Blob; Hulk / Blob
7-4-3: (Bomba-A, Hulk, Blob) / (Wolverine, Deadpool) / Medula
6-4-4: (Thor, Dr. Destino) / Wolverine / Deadpool
Feito isso, e é imperativo que seja feito dessa maneira, você tem resistência o suficiente para iniciar um jogo de atrito aonde você detém melhor resiliência e, provavelmente, maior capacidade de dano bruto. O ideal aqui é também distribuir as defesas do deck (Reestruturação Muscular, Contra-ataque Afiado, Escudo Improvisado e Proteção) de acordo com o que você pretende que sobreviva ou que seja alvo de ataques. Daí, é marcar pontos e minar o gás do oponente. Aí, vem o elemento surpresa.
Tirar esses personagens de cena vai requerer um esforço considerável do oponente, graças a uma alta resistência natural dos mesmos. E, mesmo que ele consiga, é altamente provável que, no momento em que ele o fizer, todos os seus personagens estejam incapacitados a 0. Sem capacitações extras, com antecipações e sem cartas na mão, o seu oponente só pode chegar até certo ponto. E aí, ele se dá conta de que fez 14 pontos. O jogo ainda não acabou.
E você desce mais um personagem com 7 de energia. Alegria.
E vamos ao report, rápido e sucinto. 7 jogadores, créditos em loja e vaga para a super Final em Novembro em disputa.
vs Anderson Estevam (Magia)
Ambos abrimos de acordo com a estratégia de cada deck. A partida transcorreu normalmente e eu marquei 12 pontos entre antecipações e Super Socos, até que ele chegou aos 14 pontos e deixou meu Hulk subsequente com 1 de energia e com uma mesa numerosa, típica de decks de Magia. Porém, sem capacitações e/ou Antecipações relevantes, como planejado.
Desci um Thor com Reestruturação Muscular, que permitiu ao Hulk finalizar a partida da maneira que eu desejasse. 1-0
vs Edson Radica (Magia)
Ele abriu sem a estratégia básica e eu tive que esperar para abrir com Convocar Reforços. Porém, no segundo turno, ele colocou Invocar o Relâmpago em cena. Ali, eu tinha apenas um Wolverine na mão e estava pronto para desistir, mas pus a cabeça para trabalhar as possibilidades e esperei. Queimei mais da metade do deck, enquanto ele organizava a mesa.
Finalmente, um Dr. Destino na mão e um Deadpool nos recursos, sacrificado para o Entrave Temporal que estava em cena, me deram condições de jogo. Fomos à guerra de atrito, mas ele já tinha muito do seu jogo bem trabalhado devido aos turnos que eu perdi sem ação. Sem muita dificuldade, ele trabalhou bem ao redor das minhas defesas e reduziu minhas opções com certa rapidez. Porém, no turno em que ele marcaria 14 pontos, eu comprei um Bomba-A, que veio para o jogo imediatamente. Sem opções, meu oponente se viu obrigado a focar o Wolverine quase morto, sem gás para conter o Bomba-A, que venceria o jogo no turno seguinte com uma Onda de Choque. 2-0
vs P.H. Farias (Energético)
Em um jogo aonde nenhum dos dois fazia questão da iniciativa, o jogo seria decidido nos detalhes. Ele foi à mesa primeiro, com um Máquina de Combate. Aí, apareceu o meu detalhe: Thor.
Com Garras Imoladoras, ele retirou a Granada de Mão que o Máquina carregava, deixando-o sem ação no turno seguinte. Porém, um Destinobô veio à mesa carregando a Granada de Mão descartada e meu Thor ficou preso em uma Armadilha Reforçada.
Retirada Estratégica no turno seguinte e meu Thor ficou livre dela. Retirada Estratégica na Armadilha Reforçada e meu Thor era preso novamente, agora sofrendo dano da Granada de Mão e da Chuva de Mísseis do Máquina. Uma segunda Garras Imoladoras acompanhada de um Wolverine e um Deadpool deram conta do Destinobô e da Armadilha Reforçada de uma vez só. Dois turnos depois, meu oponente renderia o Máquina de Combate graças ao Deadpool, com Mercenário Tagarela o impedindo de atacar. Entram Tocha Humana e Motoqueiro Fantasma, matando o Deadpool. O Wolverine sobreviveu somente graças ao Escudo Improvisado e cuidou do Tocha no turno seguinte. Entra o meu Dr. Destino com Reestruturação Muscular para pôr o Wolverine em forma.
Um turno depois, Destino e Thor unem forças para deixar o Motoqueiro com 1 de energia. Máquina de Bloqueio Mental em cena e e eu teria que aguardar mais um turno para liquidar a fatura. Meu oponente enche a mesa com quatro personagens, levando o Wolverine e pronto para matar o Thor no turno seguinte, o que o daria 14 pontos. Mas, antes, uma Retirada Estratégica providencial tira o Motoqueiro de cena. Desço Blob com Simbionte - Venom, retirando uma Granada de Mão antes do Thor cair. No turno seguinte, compro um Dr. Destino para capacitá-lo a 2, atacando um Destinobô vulnerável após os ataques anteriores e encerro o jogo e o torneio. 3-0
Encerro o report contente com o meu resultado e de que novos decks ainda tenham espaço no meta atual (quem disse que Hulk não veria jogo? =D), adicionando destaque à presença de jogadores de Campinas, os irmãos Loureiro, e esperançoso pelas discussões que tivemos em prol do jogo. Novidades virão em um futuro próximo e eu torço pela participação ativa daqueles que nos acompanham.
Com BSPO na segunda metade do seu curto ciclo em andamento, o meta atual tornou-se amplamente dependente da decisão pela iniciativa. Assim, mesmo as melhores idéias de decks novos, sem o devido balanceamento entre um plano de jogo com a iniciativa e um plano diferente sem ela, não vingariam.
Dentre os decks da temporada, é fácil observar o padrão: Magia e S.H.I.E.L.D. armam a mesa no primeiro turno com domínio quase completo e capacidade de compra, reestabelecendo rapidamente a mão descartada para Convocar Reforços. Ômega, caso tenha Super Plano de Dominação, também. Senão, é um dos poucos decks que ainda tem opções de ataque sem a iniciativa. Energético é a exceção à regra.
Cansado de decidir algumas partidas com o "poder da moeda", comecei a experimentar opções que me permitissem jogar com qualidade independentemente do resultado que determina quem começa o jogo e concluí que o melhor caminho seria trabalhar uma idéia baseada em Super Força, com resistências acima do normal para aguentar o primeiro tranco de uma antecipação e partir para o jogo de atrito.
Minha primeira tentativa terminou em frustração quando levei um deck experimental mesclando Super Força e Ataque à Distância para um torneio em São Paulo em meados de Maio. Voltei à prancheta e continuei utilizando meu Ômega até lapidar a idéia em algo que me agradasse. Nesse meio tempo, tivemos Airon Toledo, de Jundiaí, obtendo um sucesso muito bem-vindo em um torneio local com o deck que ele batizou de "BHB", também baseado no conceito de Super Força e Ataque à Distância. Mas, mesmo com esse sucesso, durante a montagem desse deck, acabei por concluir que, embora Ataque à Distância fosse uma solução óbvia para cobrir as defesas de personagens de Super Força, com Lança-Mísseis e Fogo Cruzado, eu precisava de uma abordagem mais ofensiva e passiva ao mesmo tempo, que se integrasse melhor aos personagens principais do deck.
Foi aí que eu juntei as peças e as pus à prova no primeiro torneio de Junho. Com vocês, o deck Highlanders:
Personagens: 21
Bomba-A x3
Hulk (BSET) x2
Hulk (BSUM) x1
Blob x3
Thor (BSET) x2
Dr. Destino (BSUM) x2
Wolverine (BSUM) x3
Deadpool (BSET) x2
Medula x3
Habilidades: 27
Onda de Choque x3
Super Soco (BSPO) x3
Super Soco (BSUM) x2
Rompante de Brutalidade x1
Sabre x3
Trespassar x3
Contra-ataque Afiado x3
Reestruturação Muscular x3
Simbionte - Venom x1
Escudo Improvisado x3
Proteção x2
Suportes: 3
Armadilha Reforçada x3
Cenários: 9
Convocar Reforços x3
Garras Imoladoras x3
Retirada Estratégica x3
Resumindo a ópera, é um deck que mescla Super Força, Lâminas e Regeneração (com o nome sendo uma óbvia homenagem proveniente da combinação dos poderes que caracterizavam os personagens da série em questão =P) para criar uma defesa sólida. Mas o grande segredo desse deck é explorar a matemática do jogo para exaurir o oponente de opções enquanto você trabalha o campo e se coloca em condição de vitória quando o oponente estiver indefeso.
A estratégia básica é colocar 14 pontos de prêmio em jogo no primeiro (sem iniciativa) ou segundo (com iniciativa) turno, caso seu oponente abra com a tradicional manobra Mystério/Convocar Reforços, sem dar ao mesmo tempo para trabalhar a estratégia e com a melhor defesa disponível. Existem três maneiras de operar a estratégia básica, baseadas na soma dos pontos de personagem disponíveis no deck e no que sair na sua mão de abertura (considerando o uso de Convocar Reforços da sua parte também):
7-7: Bomba-A / Hulk; Bomba-A / Blob; Hulk / Blob
7-4-3: (Bomba-A, Hulk, Blob) / (Wolverine, Deadpool) / Medula
6-4-4: (Thor, Dr. Destino) / Wolverine / Deadpool
Feito isso, e é imperativo que seja feito dessa maneira, você tem resistência o suficiente para iniciar um jogo de atrito aonde você detém melhor resiliência e, provavelmente, maior capacidade de dano bruto. O ideal aqui é também distribuir as defesas do deck (Reestruturação Muscular, Contra-ataque Afiado, Escudo Improvisado e Proteção) de acordo com o que você pretende que sobreviva ou que seja alvo de ataques. Daí, é marcar pontos e minar o gás do oponente. Aí, vem o elemento surpresa.
Tirar esses personagens de cena vai requerer um esforço considerável do oponente, graças a uma alta resistência natural dos mesmos. E, mesmo que ele consiga, é altamente provável que, no momento em que ele o fizer, todos os seus personagens estejam incapacitados a 0. Sem capacitações extras, com antecipações e sem cartas na mão, o seu oponente só pode chegar até certo ponto. E aí, ele se dá conta de que fez 14 pontos. O jogo ainda não acabou.
E você desce mais um personagem com 7 de energia. Alegria.
E vamos ao report, rápido e sucinto. 7 jogadores, créditos em loja e vaga para a super Final em Novembro em disputa.
vs Anderson Estevam (Magia)
Ambos abrimos de acordo com a estratégia de cada deck. A partida transcorreu normalmente e eu marquei 12 pontos entre antecipações e Super Socos, até que ele chegou aos 14 pontos e deixou meu Hulk subsequente com 1 de energia e com uma mesa numerosa, típica de decks de Magia. Porém, sem capacitações e/ou Antecipações relevantes, como planejado.
Desci um Thor com Reestruturação Muscular, que permitiu ao Hulk finalizar a partida da maneira que eu desejasse. 1-0
vs Edson Radica (Magia)
Ele abriu sem a estratégia básica e eu tive que esperar para abrir com Convocar Reforços. Porém, no segundo turno, ele colocou Invocar o Relâmpago em cena. Ali, eu tinha apenas um Wolverine na mão e estava pronto para desistir, mas pus a cabeça para trabalhar as possibilidades e esperei. Queimei mais da metade do deck, enquanto ele organizava a mesa.
Finalmente, um Dr. Destino na mão e um Deadpool nos recursos, sacrificado para o Entrave Temporal que estava em cena, me deram condições de jogo. Fomos à guerra de atrito, mas ele já tinha muito do seu jogo bem trabalhado devido aos turnos que eu perdi sem ação. Sem muita dificuldade, ele trabalhou bem ao redor das minhas defesas e reduziu minhas opções com certa rapidez. Porém, no turno em que ele marcaria 14 pontos, eu comprei um Bomba-A, que veio para o jogo imediatamente. Sem opções, meu oponente se viu obrigado a focar o Wolverine quase morto, sem gás para conter o Bomba-A, que venceria o jogo no turno seguinte com uma Onda de Choque. 2-0
vs P.H. Farias (Energético)
Em um jogo aonde nenhum dos dois fazia questão da iniciativa, o jogo seria decidido nos detalhes. Ele foi à mesa primeiro, com um Máquina de Combate. Aí, apareceu o meu detalhe: Thor.
Com Garras Imoladoras, ele retirou a Granada de Mão que o Máquina carregava, deixando-o sem ação no turno seguinte. Porém, um Destinobô veio à mesa carregando a Granada de Mão descartada e meu Thor ficou preso em uma Armadilha Reforçada.
Retirada Estratégica no turno seguinte e meu Thor ficou livre dela. Retirada Estratégica na Armadilha Reforçada e meu Thor era preso novamente, agora sofrendo dano da Granada de Mão e da Chuva de Mísseis do Máquina. Uma segunda Garras Imoladoras acompanhada de um Wolverine e um Deadpool deram conta do Destinobô e da Armadilha Reforçada de uma vez só. Dois turnos depois, meu oponente renderia o Máquina de Combate graças ao Deadpool, com Mercenário Tagarela o impedindo de atacar. Entram Tocha Humana e Motoqueiro Fantasma, matando o Deadpool. O Wolverine sobreviveu somente graças ao Escudo Improvisado e cuidou do Tocha no turno seguinte. Entra o meu Dr. Destino com Reestruturação Muscular para pôr o Wolverine em forma.
Um turno depois, Destino e Thor unem forças para deixar o Motoqueiro com 1 de energia. Máquina de Bloqueio Mental em cena e e eu teria que aguardar mais um turno para liquidar a fatura. Meu oponente enche a mesa com quatro personagens, levando o Wolverine e pronto para matar o Thor no turno seguinte, o que o daria 14 pontos. Mas, antes, uma Retirada Estratégica providencial tira o Motoqueiro de cena. Desço Blob com Simbionte - Venom, retirando uma Granada de Mão antes do Thor cair. No turno seguinte, compro um Dr. Destino para capacitá-lo a 2, atacando um Destinobô vulnerável após os ataques anteriores e encerro o jogo e o torneio. 3-0
Encerro o report contente com o meu resultado e de que novos decks ainda tenham espaço no meta atual (quem disse que Hulk não veria jogo? =D), adicionando destaque à presença de jogadores de Campinas, os irmãos Loureiro, e esperançoso pelas discussões que tivemos em prol do jogo. Novidades virão em um futuro próximo e eu torço pela participação ativa daqueles que nos acompanham.
Spoiler MI - Sentinelas
By : Atila Ferreira
E para finalizar a semana mais spoilers.
Atila
E durante a madrugada mais um spoiler apareceu no site Marvel TCG.
Assim que o Bishop saiu estávamos todos curiosos para conhecer os Sentinelas e saber se eles valiam mesmo um counter só para eles. Porém estes aí não veem jogo no meta atual nem aqui nem na China.
Sentinela MK IV
O Sentinela MK IV condiz com sua raridade incomum, pois é pesado, e seu ataque, apesar de ser bom, não tem diferencial. Acho que já falei isso por aqui, mas boa parte das partidas são ganhas na preparação e na antecipação, não faz muita diferença ataques fortes que só podem ser usados na fase de combate. O Bomba-A, Hulk, Fanático, Colossus, etc... são a prova viva disso.
Achei a combinação de poderes boa, mas não vejo encaixe para ele em muitos Decks. Não entraria no meu de ataque energético, pois com 5/2 tem coisa melhor, por exemplo Raio Negro, e coisa mais barata que faz tanto quanto e até melhor. Talvez seja uma boa aquisição para o Deck de Super Força recém-criado em Jundiai, pelo nosso amigo Airon, do site Marvel Store TCG, pois entre os brutamontes ele custa um pouco menos e bate tanto quanto - ai sim a habilidade dele pode fazer uma diferença, pois se aparecer um mutante, você tem vantagem.
Vamos ver quais as habilidades novas que sairão na coleção, pelo texto do ataque da Tempestade, talvez possamos esperar coisa boa de voo para usar na antecipação (que justifique aquele ataque bem mais ou menos dela ser imprevisto).
Por enquanto, um deck de mutantes começa a parecer viável, mas um anti-mutante com Sentinelas está longe, longe de ser opção.
Mas deve sair mais coisa boa de X-men, e mais alguma coisa para ajudar os Sentinelas - só o que saiu até agora não muda o meta game, mas ainda temos 101 cartas novas para conhecer.
Sentinela MK IV, nota 2/5
O segundo Sentinela, MK II , saiu no blog Amalgama... e ele é muito ruim.
Muito do que falei sobre o MK IV se aplica a ele.
Não tenho praticamente nada o que falar sobre ele, muito pesado, ataque péssimo, só quem sai ganhando com ele em campo é o oponente, X-men ou não. Só entra em um deck voltado para os Sentinelas e olha lá, só porque não tem outros. nota 0,5 / 5 - ainda dou meio pois pode ser útil em partidas for fun.
Nimrod:
Dentre os sentinelas achei o melhor sentinela dentre os 3, tem uma combinação de poderes diferente, alto escudo e muita vida, um verdadeiro brutamontes. Mas a habilidade passiva só serve se algum dos outros dois estiver em campo, e de preferência os outros dois. O ataque é a primeira vista pode parecer muito ruim, e deve ser mesmo. Mas o que me deixa com uma pulga atrás da orelha para fixar isso ou não são as habilidades que sairão na coleção. Se sair algo de raio, super força ou voo muito bom, que possa ser usado na antecipação, que quando seja carregado possa na mesma hora ser trocado para outro personagem, ai o ataque faz sentido, pois você pode gastar 2 capacitações suadas, para achar no deck a bendita habilidade, e passar para um dos outros Sentinelas usar na mesma hora, o que pode causar o efeito surpresa, apesar de manjado. Mas tem que ser algo muuuuito bom. Acho difícil algo assim aparecer na coleção. E mesmo se aparecer, melhor colocar Exploração Aérea, custa só 1.
A habilidade passiva serve melhor em um Deck de Irmandade dos Mutantes, para jogar contra X-men, do que em Sentinelas. Talvez uma mistura interessante seja Sentinelas + Irmandade... mas só para partidas casuais e olha lá.
O Nimrod deve ver jogo mesmo em decks específico de Sentinelas, assim como os outros 2. É super raro, mas bem que poderia ser apenas raro, mas ficará bonito na pasta, e pelo menos é uma carta brilhante a menos para se preocupar em pegar 3 logo no começo, se bem que pelo estilão da carta é uma daquelas supers que vem aos montes nas caixas. nota 2/5
Como este blog é voltado para torneios de Battle Scenes não posso deixar de pensar em como este tipo de deck (com Sentinelas) jogará em torneios, e acho que não deve figurar entre os melhores do cenário competitivo. Muitos personagens pesados, e mesmo que apareça algo que coloque eles em Cena com cartas diretamente do topo do deck (como o Forge faz com suportes), não tem condição de você baixar 18 pontos na mesa (1 de cada Sentinela) para tomar 5 de dano penetrante do Bishop com uma onda de energia e só para finalizar mais 2 do Destrutor (com a mesma onda de energia). E pensando que nem todo mundo jogará de X-men, depender de um personagem 7/3, para uma vez por turno transformar um dos personagens do oponente em X-men, o deck fica muito limitado.
A primeira semana de spoilers acaba aqui, ao meu ver foi bom, 4 X-men (+ Mansão do Xavier) e 3 sentinelas. Agora que venha a próxima semana, e acho que as cartas que irão compor o próximo meta game ainda estão por vir.
Copag, vamos mostrar coisa nova de outras filiações! Tem o filme do X-men aí, mas também tem Guardiões da Galáxia (que estreia praticamente junto com a coleção) - quem sabe um Senhor das Estrelas Ultra-raro Bombadão?
Daniel
Vou resumir as opiniões no trio de Sentinelas, até porque não há muito o que dizer.
O Mark IV só verá jogo em decks focados nos Sentinelas. 5 de energia é a pior soma que um personagem pode ter em BS, ainda que 2 de escudo seja relevante e 3 de dano seja acima da média para uma ação própria. Dentro dos poderes que ele ostenta, há alternativas melhores para qualquer propósito que ele venha a ter e colocar todas as cópias em cena imediatamente possibilita a vitória ao oponente, caso ele derrube as três e nada mais.
Nota: 0,5/5
O Mark II está numa situação um pouco melhor que o companheiro. Mas por um único fator: 6 de energia.
Mas no que isso acrescenta ao M.II, pode-se perguntar. Simples: o fator matemática. 3 cópias dele são mais resilientes do que 3 cópias M.IV. Fora isso, tudo o que diz respeito ao M.IV aplica-se ao M.II.
Nota: 1/5
Já o Nimrod...esse vai ver jogo. Até mesmo sozinho, ele tem um grande potencial.7/3 é o padrão para cartas de Super Força serem competitivas no meta atual, apostando em resistência e defesa.
O texto permanente permite que ele faça parte de um deck X-Men ou circunde o efeito permanente da Tempestade para atacar, se jogado sozinho. Em conjunto com outros Sentinelas, ele é o líder, maximizando o potencial dos subalternos.
Já a ação própria é uma Exploração Aérea bem mais limitada. O custo é alto e a busca é limitada somente aos poderes que ele ostenta. Ainda assim, pode ser útil se a queda de recursos não for favorável no início do jogo.
O maior risco para esta carta é a utilização de Bishop, mas não temos como prever isso agora. Vale o teste em decks de Super Força no padrão 7/7.
Nota: 3/5
Atila
E durante a madrugada mais um spoiler apareceu no site Marvel TCG.
Assim que o Bishop saiu estávamos todos curiosos para conhecer os Sentinelas e saber se eles valiam mesmo um counter só para eles. Porém estes aí não veem jogo no meta atual nem aqui nem na China.
Sentinela MK IV
O Sentinela MK IV condiz com sua raridade incomum, pois é pesado, e seu ataque, apesar de ser bom, não tem diferencial. Acho que já falei isso por aqui, mas boa parte das partidas são ganhas na preparação e na antecipação, não faz muita diferença ataques fortes que só podem ser usados na fase de combate. O Bomba-A, Hulk, Fanático, Colossus, etc... são a prova viva disso.
Achei a combinação de poderes boa, mas não vejo encaixe para ele em muitos Decks. Não entraria no meu de ataque energético, pois com 5/2 tem coisa melhor, por exemplo Raio Negro, e coisa mais barata que faz tanto quanto e até melhor. Talvez seja uma boa aquisição para o Deck de Super Força recém-criado em Jundiai, pelo nosso amigo Airon, do site Marvel Store TCG, pois entre os brutamontes ele custa um pouco menos e bate tanto quanto - ai sim a habilidade dele pode fazer uma diferença, pois se aparecer um mutante, você tem vantagem.
Vamos ver quais as habilidades novas que sairão na coleção, pelo texto do ataque da Tempestade, talvez possamos esperar coisa boa de voo para usar na antecipação (que justifique aquele ataque bem mais ou menos dela ser imprevisto).
Por enquanto, um deck de mutantes começa a parecer viável, mas um anti-mutante com Sentinelas está longe, longe de ser opção.
Mas deve sair mais coisa boa de X-men, e mais alguma coisa para ajudar os Sentinelas - só o que saiu até agora não muda o meta game, mas ainda temos 101 cartas novas para conhecer.
Sentinela MK IV, nota 2/5
O segundo Sentinela, MK II , saiu no blog Amalgama... e ele é muito ruim.
Muito do que falei sobre o MK IV se aplica a ele.
Não tenho praticamente nada o que falar sobre ele, muito pesado, ataque péssimo, só quem sai ganhando com ele em campo é o oponente, X-men ou não. Só entra em um deck voltado para os Sentinelas e olha lá, só porque não tem outros. nota 0,5 / 5 - ainda dou meio pois pode ser útil em partidas for fun.
Nimrod:
Dentre os sentinelas achei o melhor sentinela dentre os 3, tem uma combinação de poderes diferente, alto escudo e muita vida, um verdadeiro brutamontes. Mas a habilidade passiva só serve se algum dos outros dois estiver em campo, e de preferência os outros dois. O ataque é a primeira vista pode parecer muito ruim, e deve ser mesmo. Mas o que me deixa com uma pulga atrás da orelha para fixar isso ou não são as habilidades que sairão na coleção. Se sair algo de raio, super força ou voo muito bom, que possa ser usado na antecipação, que quando seja carregado possa na mesma hora ser trocado para outro personagem, ai o ataque faz sentido, pois você pode gastar 2 capacitações suadas, para achar no deck a bendita habilidade, e passar para um dos outros Sentinelas usar na mesma hora, o que pode causar o efeito surpresa, apesar de manjado. Mas tem que ser algo muuuuito bom. Acho difícil algo assim aparecer na coleção. E mesmo se aparecer, melhor colocar Exploração Aérea, custa só 1.
A habilidade passiva serve melhor em um Deck de Irmandade dos Mutantes, para jogar contra X-men, do que em Sentinelas. Talvez uma mistura interessante seja Sentinelas + Irmandade... mas só para partidas casuais e olha lá.
O Nimrod deve ver jogo mesmo em decks específico de Sentinelas, assim como os outros 2. É super raro, mas bem que poderia ser apenas raro, mas ficará bonito na pasta, e pelo menos é uma carta brilhante a menos para se preocupar em pegar 3 logo no começo, se bem que pelo estilão da carta é uma daquelas supers que vem aos montes nas caixas. nota 2/5
Como este blog é voltado para torneios de Battle Scenes não posso deixar de pensar em como este tipo de deck (com Sentinelas) jogará em torneios, e acho que não deve figurar entre os melhores do cenário competitivo. Muitos personagens pesados, e mesmo que apareça algo que coloque eles em Cena com cartas diretamente do topo do deck (como o Forge faz com suportes), não tem condição de você baixar 18 pontos na mesa (1 de cada Sentinela) para tomar 5 de dano penetrante do Bishop com uma onda de energia e só para finalizar mais 2 do Destrutor (com a mesma onda de energia). E pensando que nem todo mundo jogará de X-men, depender de um personagem 7/3, para uma vez por turno transformar um dos personagens do oponente em X-men, o deck fica muito limitado.
A primeira semana de spoilers acaba aqui, ao meu ver foi bom, 4 X-men (+ Mansão do Xavier) e 3 sentinelas. Agora que venha a próxima semana, e acho que as cartas que irão compor o próximo meta game ainda estão por vir.
Copag, vamos mostrar coisa nova de outras filiações! Tem o filme do X-men aí, mas também tem Guardiões da Galáxia (que estreia praticamente junto com a coleção) - quem sabe um Senhor das Estrelas Ultra-raro Bombadão?
Daniel
Vou resumir as opiniões no trio de Sentinelas, até porque não há muito o que dizer.
O Mark IV só verá jogo em decks focados nos Sentinelas. 5 de energia é a pior soma que um personagem pode ter em BS, ainda que 2 de escudo seja relevante e 3 de dano seja acima da média para uma ação própria. Dentro dos poderes que ele ostenta, há alternativas melhores para qualquer propósito que ele venha a ter e colocar todas as cópias em cena imediatamente possibilita a vitória ao oponente, caso ele derrube as três e nada mais.
Nota: 0,5/5
O Mark II está numa situação um pouco melhor que o companheiro. Mas por um único fator: 6 de energia.
Mas no que isso acrescenta ao M.II, pode-se perguntar. Simples: o fator matemática. 3 cópias dele são mais resilientes do que 3 cópias M.IV. Fora isso, tudo o que diz respeito ao M.IV aplica-se ao M.II.
Nota: 1/5
Já o Nimrod...esse vai ver jogo. Até mesmo sozinho, ele tem um grande potencial.7/3 é o padrão para cartas de Super Força serem competitivas no meta atual, apostando em resistência e defesa.
O texto permanente permite que ele faça parte de um deck X-Men ou circunde o efeito permanente da Tempestade para atacar, se jogado sozinho. Em conjunto com outros Sentinelas, ele é o líder, maximizando o potencial dos subalternos.
Já a ação própria é uma Exploração Aérea bem mais limitada. O custo é alto e a busca é limitada somente aos poderes que ele ostenta. Ainda assim, pode ser útil se a queda de recursos não for favorável no início do jogo.
O maior risco para esta carta é a utilização de Bishop, mas não temos como prever isso agora. Vale o teste em decks de Super Força no padrão 7/7.
Nota: 3/5
Tag :
Spoiler
,
Spoilers MI: Fera e Tempestade
By : Atila Ferreira
Olá pessoal, e o que será do novo Fera em Battle Scenes?
E a primeira carta Ultra Rara é revelada: Tempestade.
Atila
Mais um X-men, dessa vez o Fera veio para mostrar que os mutantes não dependerão apenas da sorte para ver jogo.
Ótimo ataque, pois você pode baixar ele com pensar rápido e mais quaisquer habilidades (por exemplo, concentrar poder) para evitar uma eventual Toupeira Mecânica, e quando precisar de uma das cartas que ele estiver carregando para baixar um novo personagem, você pode simplesmente mandar ela para os recursos de novo e carregar algo nele. Enfim, o ataque dele gera inúmeras possibilidades de jogo, principalmente na preparação e na antecipação, muito estratégico.
Seus poderes também são bons, Lâminas possibilita a utilização de Garras Imoladoras, que é a grande função de Lâminas hoje competitivamente, talvez um Trespassar, mas ai precisaríamos de mais personagens com garras para valer a pena, e não deve ser o caso. Agilidade pode ou não ser útil pensando em X-Men, acho que aí depende muito do rumo que você pretende dar para o deck: Energético, Telepatia / Telecinesia, Agilidade, etc.. Mas algo que acredito será de muita valia é a sua genialidade, pois aí ele vira um grande starter junto com Forge e/ou Xavier.
O Fera pode ver jogo fora dos X-men também, pensando em algo no estilo do antigo "The Wall" que ia para o jogo, ou algum deck baseado em agilidade, pois apesar de ser pesado para este tipo de deck (4/1), ele pode compensar isso com seu ataque que realmente pode vir a calhar.
Enfim, acho que ele verá bastante jogo, principalmente no começo da coleção, onde estamos todos inspirados a testar coisas novas, e aparentemente a comoção será para um deck de mutantes. O Fera é uma grande aquisição ao jogo, mas acho que a grande carta da coleção pode ser alguém ou algum cenário que busque suportes para sua mão, (já temos Convocar Reforços e Mysterio) pois mesmo com tudo que tem sido apresentado para os X-men, os suportes ainda fazem toda a diferença para um deck montado ao redor desta filiação. Quem sabe um Forge que busque suportes....
Mas finalizando sobre o Fera: tem bom ataque, bons poderes e boa perspectiva no cenário competitivo, tanto como suporte quanto como atacante. Mas o algo mais para os X-men ainda está por vir... nota: 3/5
E sobre a tempestade:
Hum... boa carta, mas com muitas ressalvas.
Primeiramente, fico mais preocupado do que animado com a carta, principalmente por me lembrar do Ciclope de Evolução Tática. Quando saiu o spoiler dele, boa parte das pessoas acreditou que ele seria o personagem que daria jeito no deck de x-men, e de longe não foi - além de ser uma daquelas cartas que só acumulam poeira na pasta, e apesar disso ainda é ultra rara. E a Tempestade também.
Outra coisa, assim como o Ciclope ela é feita para jogar em conjunto com outros X-men, pois sozinha sua habilidade se torna bem menos efetiva.
E por fim, falando ainda em ressalvas da carta, mas agora especificamente do poder de ataque energético, que parece ser para onde o deck de X-men converge: acredito que todos concordamos que concentrar poder seja a carta do deck, certo? E ela é usada de forma ideal quando o oponente baixa seus personagens primeiro, até aí sem dúvidas. Mas como jogar com um deck base de ataque energético com uma restrição de 7 cartas na mão? Enfim... como não é nada oficial, fica apenas como preocupação e devaneio, nem tanto meu, até porque não gosto de decks de ataque energético.
Mas finalmente falando sobre a carta, ela é boa. Isso pensando isoladamente na carta e não na coleção em si ou no jogo como um todo.
Se pensarmos em uma matriz, onde temos que classificar 100 cartas em ultra, super, rara, incomum e comum, e fazer isso baseado em um custo x beneficio real da carta, ai novamente fico com um pé atrás. Pela habilidade, bem limitada, apesar de ótima, e pelo ataque, muito específico, apesar de imprevisto - no máximo diria que ela deveria ser super rara para valer o preço que custará, em questões monetárias mesmo. Pensar que um Mysterio custa R$ 15,00 e um Ciclope R$ 30,00 é de f...
E novamente voltando a carta: ela vai ver jogo, acho que todo mundo deve ter imaginado como deve ser bom montar a mesa com Tempestade, Ciclope (UM) e Pássaro Negro, ou Tempestade e Destrutor + Concentrar poder (2) e Onda de energia (1) - opções de combos com ela não vão faltar. Acho que o possível deck de X-men se fortalece com a Tempestade, pois mesmo aqueles danos penetrantes são reduzidos em um, o que ajuda muito a não se prejudicar com sua própria onda de energia. E vai fazer seu oponente querer tirar ela do campo o mais rápido possível, ai eu acho que é muito melhor ela ser 4/1 e não 3/1, pois esse 1 a mais de dano nela para matá-la vai ser duro.
No geral é uma carta que deve fazer estragos, essa habilidade vai ajudar muito, quem já foi vítima de Batalha em área povoada sabe do que estou falando. E vamos esperar para ver o que vai sair de habilidades voltadas a ataque energético e voo, porque depender só de concentrar poder e onda de energia é perigoso, mas coisas boas devem sair. Ela mereceria um 4/5, mas como é Ultra, e aí precisamos pensar mais criteriosamente, porque o que eu, pelo menos, espero de uma Ultra é versatilidade, no mínimo, e a condição de mudar um jogo ao meu favor quando eu coloca-la em jogo. A Tempestade não é Versátil, pensando em utilização fora da sua filiação, mas ela pode mudar um jogo sim.
Não joga bem como Feiticeira Escarlate, Dr. Doom (UM), Pensar rápido ou Concentrar poder (apesar de muitas ultras não jogarem), por isso vou dar 3/5.
Daniel:
Sobre o Fera, tenho que admitir que estou confuso. A combinação de poderes funciona, acrescentando o fato de que Fera é o primeiro personagem de Battle Scenes que combina Lâminas e Genialidade. Garras Imoladoras é uma ameaça sempre presente no meta competitivo, o que libera Fera para dar maior suporte com habilidades de Genialidade.
A ação própria é que me incomodou um pouco. Consigo ver as aplicações estratégicas, em conjunto com Contra-ataque Afiado, por exemplo. Mas, no calor do combate, não poder usar essa ação ofensivamente pode ser a diferença.
Talvez veja jogo, mas confesso não ter uma opinião formada sobre ele ainda. Para o formato atual, não conseguiria encaixá-lo em nenhum deck. Veremos...
Nota: 2/5
Sobre a Tempestade, outra decepção. Combinação básica de poderes e mais poder de fogo Energético. Já entendemos o recado, Copag.
O texto permanente é bom. Não ótimo, mas bom. A carta é independente dos X-Men, funciona sozinha e tem uma resistência natural acima do comum, inclusive sendo a primeira carta a negar dano proveniente de textos permanentes sem depender de nada (lembrando que Garras Imoladoras e afins ignoram essa resistência). Pode entrar em um deck Energético que tenha um foco em cartas mais leves (Pete Wisdom, Destrutor, Electro, Tempestade seguem essa linha). Dentro de um deck mutante, ela amplia a resistência natural dos X-Men consideravelmente e confirma que Energético será o caminho.
A ação própria indica que habilidades potentes de Antecipação podem vir por aí para o poder de Vôo. Ainda assim, é fraca por si só.
Achei uma carta interessante para o propósito de firmar uma estratégia mutante. Mas o que me pegou é a raridade da carta. Definitivamente, uma carta que não merecia ser Ultra Rara, pelo conjunto que apresenta. Mas, como o julgamento é do potencial da carta...
Nota: 3/5
Atila
Mais um X-men, dessa vez o Fera veio para mostrar que os mutantes não dependerão apenas da sorte para ver jogo.
Ótimo ataque, pois você pode baixar ele com pensar rápido e mais quaisquer habilidades (por exemplo, concentrar poder) para evitar uma eventual Toupeira Mecânica, e quando precisar de uma das cartas que ele estiver carregando para baixar um novo personagem, você pode simplesmente mandar ela para os recursos de novo e carregar algo nele. Enfim, o ataque dele gera inúmeras possibilidades de jogo, principalmente na preparação e na antecipação, muito estratégico.
Seus poderes também são bons, Lâminas possibilita a utilização de Garras Imoladoras, que é a grande função de Lâminas hoje competitivamente, talvez um Trespassar, mas ai precisaríamos de mais personagens com garras para valer a pena, e não deve ser o caso. Agilidade pode ou não ser útil pensando em X-Men, acho que aí depende muito do rumo que você pretende dar para o deck: Energético, Telepatia / Telecinesia, Agilidade, etc.. Mas algo que acredito será de muita valia é a sua genialidade, pois aí ele vira um grande starter junto com Forge e/ou Xavier.
O Fera pode ver jogo fora dos X-men também, pensando em algo no estilo do antigo "The Wall" que ia para o jogo, ou algum deck baseado em agilidade, pois apesar de ser pesado para este tipo de deck (4/1), ele pode compensar isso com seu ataque que realmente pode vir a calhar.
Enfim, acho que ele verá bastante jogo, principalmente no começo da coleção, onde estamos todos inspirados a testar coisas novas, e aparentemente a comoção será para um deck de mutantes. O Fera é uma grande aquisição ao jogo, mas acho que a grande carta da coleção pode ser alguém ou algum cenário que busque suportes para sua mão, (já temos Convocar Reforços e Mysterio) pois mesmo com tudo que tem sido apresentado para os X-men, os suportes ainda fazem toda a diferença para um deck montado ao redor desta filiação. Quem sabe um Forge que busque suportes....
Mas finalizando sobre o Fera: tem bom ataque, bons poderes e boa perspectiva no cenário competitivo, tanto como suporte quanto como atacante. Mas o algo mais para os X-men ainda está por vir... nota: 3/5
E sobre a tempestade:
Hum... boa carta, mas com muitas ressalvas.
Primeiramente, fico mais preocupado do que animado com a carta, principalmente por me lembrar do Ciclope de Evolução Tática. Quando saiu o spoiler dele, boa parte das pessoas acreditou que ele seria o personagem que daria jeito no deck de x-men, e de longe não foi - além de ser uma daquelas cartas que só acumulam poeira na pasta, e apesar disso ainda é ultra rara. E a Tempestade também.
Outra coisa, assim como o Ciclope ela é feita para jogar em conjunto com outros X-men, pois sozinha sua habilidade se torna bem menos efetiva.
E por fim, falando ainda em ressalvas da carta, mas agora especificamente do poder de ataque energético, que parece ser para onde o deck de X-men converge: acredito que todos concordamos que concentrar poder seja a carta do deck, certo? E ela é usada de forma ideal quando o oponente baixa seus personagens primeiro, até aí sem dúvidas. Mas como jogar com um deck base de ataque energético com uma restrição de 7 cartas na mão? Enfim... como não é nada oficial, fica apenas como preocupação e devaneio, nem tanto meu, até porque não gosto de decks de ataque energético.
Mas finalmente falando sobre a carta, ela é boa. Isso pensando isoladamente na carta e não na coleção em si ou no jogo como um todo.
Se pensarmos em uma matriz, onde temos que classificar 100 cartas em ultra, super, rara, incomum e comum, e fazer isso baseado em um custo x beneficio real da carta, ai novamente fico com um pé atrás. Pela habilidade, bem limitada, apesar de ótima, e pelo ataque, muito específico, apesar de imprevisto - no máximo diria que ela deveria ser super rara para valer o preço que custará, em questões monetárias mesmo. Pensar que um Mysterio custa R$ 15,00 e um Ciclope R$ 30,00 é de f...
E novamente voltando a carta: ela vai ver jogo, acho que todo mundo deve ter imaginado como deve ser bom montar a mesa com Tempestade, Ciclope (UM) e Pássaro Negro, ou Tempestade e Destrutor + Concentrar poder (2) e Onda de energia (1) - opções de combos com ela não vão faltar. Acho que o possível deck de X-men se fortalece com a Tempestade, pois mesmo aqueles danos penetrantes são reduzidos em um, o que ajuda muito a não se prejudicar com sua própria onda de energia. E vai fazer seu oponente querer tirar ela do campo o mais rápido possível, ai eu acho que é muito melhor ela ser 4/1 e não 3/1, pois esse 1 a mais de dano nela para matá-la vai ser duro.
No geral é uma carta que deve fazer estragos, essa habilidade vai ajudar muito, quem já foi vítima de Batalha em área povoada sabe do que estou falando. E vamos esperar para ver o que vai sair de habilidades voltadas a ataque energético e voo, porque depender só de concentrar poder e onda de energia é perigoso, mas coisas boas devem sair. Ela mereceria um 4/5, mas como é Ultra, e aí precisamos pensar mais criteriosamente, porque o que eu, pelo menos, espero de uma Ultra é versatilidade, no mínimo, e a condição de mudar um jogo ao meu favor quando eu coloca-la em jogo. A Tempestade não é Versátil, pensando em utilização fora da sua filiação, mas ela pode mudar um jogo sim.
Não joga bem como Feiticeira Escarlate, Dr. Doom (UM), Pensar rápido ou Concentrar poder (apesar de muitas ultras não jogarem), por isso vou dar 3/5.
Daniel:
Sobre o Fera, tenho que admitir que estou confuso. A combinação de poderes funciona, acrescentando o fato de que Fera é o primeiro personagem de Battle Scenes que combina Lâminas e Genialidade. Garras Imoladoras é uma ameaça sempre presente no meta competitivo, o que libera Fera para dar maior suporte com habilidades de Genialidade.
A ação própria é que me incomodou um pouco. Consigo ver as aplicações estratégicas, em conjunto com Contra-ataque Afiado, por exemplo. Mas, no calor do combate, não poder usar essa ação ofensivamente pode ser a diferença.
Talvez veja jogo, mas confesso não ter uma opinião formada sobre ele ainda. Para o formato atual, não conseguiria encaixá-lo em nenhum deck. Veremos...
Nota: 2/5
Sobre a Tempestade, outra decepção. Combinação básica de poderes e mais poder de fogo Energético. Já entendemos o recado, Copag.
O texto permanente é bom. Não ótimo, mas bom. A carta é independente dos X-Men, funciona sozinha e tem uma resistência natural acima do comum, inclusive sendo a primeira carta a negar dano proveniente de textos permanentes sem depender de nada (lembrando que Garras Imoladoras e afins ignoram essa resistência). Pode entrar em um deck Energético que tenha um foco em cartas mais leves (Pete Wisdom, Destrutor, Electro, Tempestade seguem essa linha). Dentro de um deck mutante, ela amplia a resistência natural dos X-Men consideravelmente e confirma que Energético será o caminho.
A ação própria indica que habilidades potentes de Antecipação podem vir por aí para o poder de Vôo. Ainda assim, é fraca por si só.
Achei uma carta interessante para o propósito de firmar uma estratégia mutante. Mas o que me pegou é a raridade da carta. Definitivamente, uma carta que não merecia ser Ultra Rara, pelo conjunto que apresenta. Mas, como o julgamento é do potencial da carta...
Nota: 3/5
Tag :
Spoiler
,
Spoilers MI - Bishop
By : Daniel Bastos
Nova carta, mas acho que agora já está bom de X-men nos spoilers, né?
Tem um ataque que condiz com a raridade. Comum.
Tem uma habilidade que sem ver quem serão estes Sentinelas, parece pouco eficaz, a não ser que os Sentinelas venham a ser top used no meta game.
E por fim os seus poderes:
Agilidade, Ataque a distância e ataque energético. Os dois primeiros são amados e odiados, pois treinamento intenso, golpe treinado, metralhadora e lança missel são cartas muito vistas no metagame e ele pode usar todas. E ele tem ataque energético, que parece, cada vez mais, o lugar comum para um futuro deck de mutantes.
Personagem extremamente ofensivo, vai bater quando entrar (Concentrar Poder), vai bater na antecipação (Treinamento intenso e Lança missel) e vai bater mais na fase de combate (Onda de energia e Raio de força).
Como carta, analisando friamente e sem pensar no deck que entrará é muito boa, melhor que isso só se fosse 3/1 - para entrar ainda mais rápido em cena. Porém, ele é bom, ainda mais por ser uma carta de fácil acesso.
É uma opção para um deck exclusivamente de ataque energético. Pois, além de custar menos que boa parte dos personagens com raio, tem ataque a distância, não precisando gastar uma granada ou jogar objeto para conseguir se beneficiar de fogo cruzado. Isso é algo que o Pete Wisdow já havia trago para este deck. Bom, mas deve vir coisa melhor para este deck.
Também é uma carta que pode entrar em um deck de X-men voltado para ataque energético, com as cartas de hoje e os spoilers até aqui, poderia dividir o ataque com Destrutor e Wolverine, enquanto Ciclope, Forge e Professor Xavier poderiam dar suporte. Mas ainda parece um deck fraco. Daqui há pouco menos de dois meses saberemos.
E por último, pode ser opção para decks baseados em agilidade e ataque a distância, mas por custar 4, sempre vai ter algum personagem melhor, mais leve e com ataques que compensam um pouco mais que ele. Mas ainda assim fica de opção, porém sem perspectivas de utilização.
No geral é uma carta boa, pensando em custo / beneficio, é comum e pode fazer bastante coisa. Mas em questão de futuro no cenário competitivo não é muito versátil e se encaixa melhor no deck de ataque energético que no de X-men, se for pelo ataque energético a tempestade também tem, por 3 recursos.
Acredito que o grande potencial da carta está em saber se os Sentinelas serão ou não personagens fortes e presentes no meta game. Se sim, vira personagem quase obrigatório como counter, se não, deve ver jogo eventualmente, mas sem muita efetividade. nota: 2/5
Daniel:
Antes da análise, um desabafo: Já não basta o meta atual ser dominado por Agilidade, Ataque à Distância e Energético. Tem que colocar tudo junto em um personagem.
Enfim, mais um mutante para a lista. E mais spoilers para o futuro: além do Homem-Aranha trajando o Simbionte Venom e de uma nova versão do Homem de Ferro, temos a inclusão de Sentinelas nessa edição.
Por ser um mutante com o poder Energético, se os X-Men seguirem este caminho, Bishop será uma opção bem-vinda. O conjunto de poderes que ele apresenta disponibiliza as melhores opções de antecipações e ações imprevistas até o momento, o que é sempre importante.
A viabilidade do seu texto permanente vai depender do que for apresentado em matéria de Sentinelas na edição. Podemos aguardar as Sentinelas padrão com algum efeito de infestação ou uma mecânica parecida com a dos Destinobôs, talvez? Nimrod? Sentinela Ômega?
Creio que o potencial do personagem tenha sido um pouco desperdiçado aqui. Mas, na minha opinião, o conjunto de poderes já compensa o fato de ele ser uma carta sem atrativos adicionais. Torço agora por opções para outros tipos de decks nos futuros spoilers.
Nota: 3/5
Tag :
Spoiler
,
Spoilers MI - Destrutor
By : Atila Ferreira
Boa noite galera!
E hoje saiu o segundo preview da coleção e foi logo um mutante, será que eles vão fazer bonito nesta coleção? Isso só o tempo dirá, mas enquanto isso vamos analisar o Destrutor.
Atila:
A primeira coisa que pensei quando vi a carta foi "mais do mesmo". Primeiramente de uma forma pejorativa, mas pensando melhor, até que não. Acho que ele tem espaço em dois decks: o de ataque energético, fortíssimo nos dias de hoje, e nos tribais de X-men, até hoje um sonho de muitos.
O Destrutor é uma boa carta, tem ótimo ataque e pensando em concentrar poder e em um deck de ataque energético (metagame atual) é uma grande aquisição. Porém com o advento da nova regra limitando uma quantidade de cartas na mão (7), não sei o quão bem o deck de raio continuará jogando na próxima coleção, e certamente essa não é a carta que o salvará da extinção. É preciso algo que dê mais rapidez e solidez na construção de mesa para os decks focados em ataque energético. Pois a estratégia de segurar e baixar ainda é a única alternativa eficaz para este tipo de deck. Mas isso já é outro papo...
Por outro lado, ele também vem para ser um reforço aos X-men. E aí acho que a coisa muda um pouco...
Pensando em X-men é uma carta bem ofensiva e daquele tipo que você faz de tudo para tirar da mesa o quanto antes. Não sei se estou sendo muito otimista, mas junto com o Ciclope, Forge, Xavier, Passaro Negro, e os outros X-men que sairão nesta coleção, pode formar um bom atacante. Mas ai tudo depende do que vai vir para a filiação dos X-men para ser "titular absoluto" no deck - por enquanto acho que o único mutante que, não importa o deck, tem lugar cativo é o Forge.
Sobre a habilidade dele, é boa. E só... não me anima pensar em uma estratégia para ela, posso estar enganado, mas não vejo nada de mais. Se ao menos não precisasse descartar uma carta depois de carregar...
No geral uma carta boa, que vale a raridade, mais pelo ataque do que pela habilidade - que entraria tanto em um deck de ataque energético quanto em um deck de mutantes.
Até gostei, mas como é uma incógnita e não será o cara de nenhum deck que consigo imaginar (hoje), deveria levar um 1,5 / 5, mas como fã dos X-men e confiando que dessa vez vai, vou arredondar para cima: nota 2/5
Daniel:
Meu mutante preferido e uma das duas cartas que eu esperava que aparecessem nessa edição: Alexander Summers, a.k.a. Destrutor/Havoc . (a outra? Red Hulk. Eu tenho um fraco por anti-heróis com capacidade de liderança, fazer o quê?)
Um bom cartão de visitas para BSMI, demonstrando uma das preocupações da Copag para esta edição: possibilitar um deck de X-Men que seja levado a sério. E, ao que tudo indica, o caminho é o poder Energético.
O Destrutor vem para liderar a ofensiva. 4/1 é o limite aceitável para qualquer personagem carregando 1 de escudo sem habilidades defensivas (Blob, estou olhando para você); mais do que isso é matematicamente péssimo em questão de custo/benefício na defesa.
O texto permanente, à primeira vista, é bem irrelevante. Ele não tem saúde o suficiente para aguentar o tranco e tornar a permutação relevante. Porém, é possível se aproveitar disso quando se considera Onda de Energia em uma estratégia ofensiva. Basta apenas uma carta Onda de Energia, que pode ser permutada em conjunto com outro atacante (o outro descarrega Onda, aplica o dano ao Destrutor, que permuta a Onda descarregada e usa ele mesmo), possivelmente limpando a mesa adversária.
Mas o que torna o mutante realmente interessante é a sua ação própria. Ao entrar com Concentrar Poder em cena, ele pode descarregar o próprio Concentrar Poder e executar um personagem 3/1, presente em todo deck competitivo (cofcofMystériocofcof), deixando a habilidade livre no próximo turno para outro personagem. A mecânica do ataque é brilhante em um deck Energético justamente por isso. E o custo de incapacitação em 1 é a cereja do bolo, que permite que ele antecipe ou execute ações de maior peso no turno seguinte (Raio de Força, seguido de outro Impacto Energético no turno posterior, por exemplo).
Sua vulnerabilidade é depender completamente de cartas do tipo Energético para fazer qualquer coisa, mas não é algo que vai impedí-lo de jogar. Obviamente, ele não vai durar muito tempo em campo. Mas não é esse o propósito de cartas "leves" neste tipo de deck. E, no que ele se propõe a fazer, ele vai ser excelente, com uma rapidez equiparável somente a de Electro.
Nota: 4/5
E hoje saiu o segundo preview da coleção e foi logo um mutante, será que eles vão fazer bonito nesta coleção? Isso só o tempo dirá, mas enquanto isso vamos analisar o Destrutor.
A primeira coisa que pensei quando vi a carta foi "mais do mesmo". Primeiramente de uma forma pejorativa, mas pensando melhor, até que não. Acho que ele tem espaço em dois decks: o de ataque energético, fortíssimo nos dias de hoje, e nos tribais de X-men, até hoje um sonho de muitos.
O Destrutor é uma boa carta, tem ótimo ataque e pensando em concentrar poder e em um deck de ataque energético (metagame atual) é uma grande aquisição. Porém com o advento da nova regra limitando uma quantidade de cartas na mão (7), não sei o quão bem o deck de raio continuará jogando na próxima coleção, e certamente essa não é a carta que o salvará da extinção. É preciso algo que dê mais rapidez e solidez na construção de mesa para os decks focados em ataque energético. Pois a estratégia de segurar e baixar ainda é a única alternativa eficaz para este tipo de deck. Mas isso já é outro papo...
Por outro lado, ele também vem para ser um reforço aos X-men. E aí acho que a coisa muda um pouco...
Pensando em X-men é uma carta bem ofensiva e daquele tipo que você faz de tudo para tirar da mesa o quanto antes. Não sei se estou sendo muito otimista, mas junto com o Ciclope, Forge, Xavier, Passaro Negro, e os outros X-men que sairão nesta coleção, pode formar um bom atacante. Mas ai tudo depende do que vai vir para a filiação dos X-men para ser "titular absoluto" no deck - por enquanto acho que o único mutante que, não importa o deck, tem lugar cativo é o Forge.
Sobre a habilidade dele, é boa. E só... não me anima pensar em uma estratégia para ela, posso estar enganado, mas não vejo nada de mais. Se ao menos não precisasse descartar uma carta depois de carregar...
No geral uma carta boa, que vale a raridade, mais pelo ataque do que pela habilidade - que entraria tanto em um deck de ataque energético quanto em um deck de mutantes.
Até gostei, mas como é uma incógnita e não será o cara de nenhum deck que consigo imaginar (hoje), deveria levar um 1,5 / 5, mas como fã dos X-men e confiando que dessa vez vai, vou arredondar para cima: nota 2/5
Daniel:
Meu mutante preferido e uma das duas cartas que eu esperava que aparecessem nessa edição: Alexander Summers, a.k.a. Destrutor/Havoc . (a outra? Red Hulk. Eu tenho um fraco por anti-heróis com capacidade de liderança, fazer o quê?)
Um bom cartão de visitas para BSMI, demonstrando uma das preocupações da Copag para esta edição: possibilitar um deck de X-Men que seja levado a sério. E, ao que tudo indica, o caminho é o poder Energético.
O Destrutor vem para liderar a ofensiva. 4/1 é o limite aceitável para qualquer personagem carregando 1 de escudo sem habilidades defensivas (Blob, estou olhando para você); mais do que isso é matematicamente péssimo em questão de custo/benefício na defesa.
O texto permanente, à primeira vista, é bem irrelevante. Ele não tem saúde o suficiente para aguentar o tranco e tornar a permutação relevante. Porém, é possível se aproveitar disso quando se considera Onda de Energia em uma estratégia ofensiva. Basta apenas uma carta Onda de Energia, que pode ser permutada em conjunto com outro atacante (o outro descarrega Onda, aplica o dano ao Destrutor, que permuta a Onda descarregada e usa ele mesmo), possivelmente limpando a mesa adversária.
Mas o que torna o mutante realmente interessante é a sua ação própria. Ao entrar com Concentrar Poder em cena, ele pode descarregar o próprio Concentrar Poder e executar um personagem 3/1, presente em todo deck competitivo (cofcofMystériocofcof), deixando a habilidade livre no próximo turno para outro personagem. A mecânica do ataque é brilhante em um deck Energético justamente por isso. E o custo de incapacitação em 1 é a cereja do bolo, que permite que ele antecipe ou execute ações de maior peso no turno seguinte (Raio de Força, seguido de outro Impacto Energético no turno posterior, por exemplo).
Sua vulnerabilidade é depender completamente de cartas do tipo Energético para fazer qualquer coisa, mas não é algo que vai impedí-lo de jogar. Obviamente, ele não vai durar muito tempo em campo. Mas não é esse o propósito de cartas "leves" neste tipo de deck. E, no que ele se propõe a fazer, ele vai ser excelente, com uma rapidez equiparável somente a de Electro.
Nota: 4/5
Tag :
Spoiler
,
Spoilers MI - Mansão Xavier
By : Daniel Bastos
Boa noite pessoal!
Aproveitando o advento de Múltiplas Identidades e os spoilers diários da Copag com cartas da nova coleção, iremos pegar a idéia, que surgiu no blog Amálgama, de tentar analisar as novas cartas. Porém antes de mais nada que fique claro que são opiniões pessoais e estamos falando sobre cartas que serão usadas em um contexto completamente diferente do nosso metagame atual. Mas, de qualquer forma, é um bom exercício e diariamente iremos postar as opiniões do time do blog, por enquanto teremos apenas as minhas e do Daniel, mas assim que o restante do time for tendo mais tempo, eles também colocaram suas opiniões, nem que sejam nos comentários.
E para esquentar os motores, vamos analisar uma carta que foi lançada há pouco mais de uma semana: Mansão Xavier:
Atila:
Gostei, mas não gostei.
A carta em si é boa, 6/2, gera recursos e dá capacitações extras para os X-men. Por si só é um bom suporte, um dos problemas pode ser colocar-lo em campo, pois é muito pesado, o que gera uma dependência do Forge.
Mas tudo bem, você acha o Forge com convocar reforços. O pior não é estar com o Forge em campo e colocar a Mansão do Xavier em campo, o grande problema é responder a uma simples pergunta: para que? - Aí é que está, os X-men em si não tem sinergia nenhuma. Não adianta de nada o Forge colocar o Pássaro Negro, o Cérebro e a Mansão do Xavier em cena se depois você vai trazer o Ciclope, Fênix, Colossus, Wolverine e cia. para o campo. Estes personagens por si só podem ser muito bons e uteis, mas todos juntos ainda não deram liga, não sei se a culpa é dos jogadores que não encontraram esta "liga", mas acho que a culpa é do cenário competitivo em si.
Os bons decks tem uma coisa em comum: rapidez e solidez ofensiva. Eles baixam personagens rapidamente e com bom poder ofensivo, principalmente com antecipações e ações imprevistas. Nesse aspecto os X-men tem muito a evoluir ainda, o deck depende muito do Xavier, Fera ou Forge com roubo de idéias e pensar rápido para dar essa rapidez, porém destes três apenas o Fera consegue utilizar um treinamento intenso ou golpe treinado, deixando o deck exposto a contra-ataques. Mas ai você poderia colocar mais personagens para poder antecipar, certo? Até poderia, mas pode ter certeza que os slots gastos com personagens "Obrigatórios" deixará pouquíssimas vagas para o leque de habilidades diferentes que você seria obrigado a colocar para todo mundo ser útil... Enfim... não dá - por enquanto.
Vamos ver o que vai sair nesta nova coleção para acrescentar aos X-men, por enquanto, sem noção do que virá pela frente, não dá para confiar que este novo suporte vá mudar muito a condição dos mutantes de simples coadjuvantes aos decks, mas dou um 2/5 pois a carta pode ajudar pelo menos naqueles jogos for fun.
Daniel:
Um novo suporte para os X-Men que dá a tão esperada capacitação extra, além de um efeito que soma recursos conforme os X-Men entram em cena. Em teoria, o que faltava para um deck "tribal" dos mutantes. Na prática, bem...
Ainda não sabemos o que esperar da nova coleção, Múltiplas Identidades. Mas, com o que temos agora e com o que vemos no meta atual, podemos especular. E o que podemos especular é que essa carta dificilmente verá jogo em um ambiente competitivo. Vamos às razões:
1 - Suportes não têm uma mecânica de busca sólida, ao contrário de personagens (Convocar Reforços) e cenários (Mystério), essencial para dar estabilidade a qualquer carta.
2 - Forge-dependência. O fato de o suporte em questão ser 6/2 complica a própria viabilidade, tornando o mutante obrigatório. Porém, um personagem com poderes de pouca representatividade no cenário atual e sem ação própria não segura um deck sozinho.
3 - Os próprios X-Men não têm uma estratégia definida, ao contrário do Quarteto Fantástico em sua época de glória. Alguma opções seriam apostar em ataques energéticos com Pássaro Negro (aumentando assim a dependência de Forge; mas convenhamos, deck Energético puro é melhor) ou Magia/Telecinesia, tornando o segundo efeito controlável ao gosto do piloto com Clarividência e aproveitando a sinergia entre os dois poderes através dos personagens, encaixando melhor o Forge dentro de um propósito. Aqui o problema seria que Telecinesia é um poder sem grandes atrativos ofensivos, fazendo com o que o atual deck de Magia/Lâminas seja uma alternativa superior, além de que a personagem Magia é a única que faria o link sem depender do Livro de Vishanti.
4 - A carta em si não tem nenhum efeito decisivo que justifique um deck X-Men em torno dela. Embora a capacitação extra seja desejável, a geração (aleatória e potencialmente negativa para o controlador) de recursos é OK no máximo. Muito trabalho por quase nada em retorno.
Coisas que tornariam esta carta jogável: Carta que busque suportes do deck ou recursos, habilidades de Antecipação e/ou Ação Imprevista para Telecinesia, efeitos que sejam ativados quando uma carta vai do deck para os recursos.
Como dito, não sabemos o que Múltiplas Identidades nos reserva. Mas, enquanto isso... - Nota: 1/5
Bom galera, é isso.
E vocês, o que acharam da carta, tem potencial?
Amanhã já tem um novo spoiler e novos comentários aqui.
Abraços!
Aproveitando o advento de Múltiplas Identidades e os spoilers diários da Copag com cartas da nova coleção, iremos pegar a idéia, que surgiu no blog Amálgama, de tentar analisar as novas cartas. Porém antes de mais nada que fique claro que são opiniões pessoais e estamos falando sobre cartas que serão usadas em um contexto completamente diferente do nosso metagame atual. Mas, de qualquer forma, é um bom exercício e diariamente iremos postar as opiniões do time do blog, por enquanto teremos apenas as minhas e do Daniel, mas assim que o restante do time for tendo mais tempo, eles também colocaram suas opiniões, nem que sejam nos comentários.
E para esquentar os motores, vamos analisar uma carta que foi lançada há pouco mais de uma semana: Mansão Xavier:
Atila:
Gostei, mas não gostei.
A carta em si é boa, 6/2, gera recursos e dá capacitações extras para os X-men. Por si só é um bom suporte, um dos problemas pode ser colocar-lo em campo, pois é muito pesado, o que gera uma dependência do Forge.
Mas tudo bem, você acha o Forge com convocar reforços. O pior não é estar com o Forge em campo e colocar a Mansão do Xavier em campo, o grande problema é responder a uma simples pergunta: para que? - Aí é que está, os X-men em si não tem sinergia nenhuma. Não adianta de nada o Forge colocar o Pássaro Negro, o Cérebro e a Mansão do Xavier em cena se depois você vai trazer o Ciclope, Fênix, Colossus, Wolverine e cia. para o campo. Estes personagens por si só podem ser muito bons e uteis, mas todos juntos ainda não deram liga, não sei se a culpa é dos jogadores que não encontraram esta "liga", mas acho que a culpa é do cenário competitivo em si.
Os bons decks tem uma coisa em comum: rapidez e solidez ofensiva. Eles baixam personagens rapidamente e com bom poder ofensivo, principalmente com antecipações e ações imprevistas. Nesse aspecto os X-men tem muito a evoluir ainda, o deck depende muito do Xavier, Fera ou Forge com roubo de idéias e pensar rápido para dar essa rapidez, porém destes três apenas o Fera consegue utilizar um treinamento intenso ou golpe treinado, deixando o deck exposto a contra-ataques. Mas ai você poderia colocar mais personagens para poder antecipar, certo? Até poderia, mas pode ter certeza que os slots gastos com personagens "Obrigatórios" deixará pouquíssimas vagas para o leque de habilidades diferentes que você seria obrigado a colocar para todo mundo ser útil... Enfim... não dá - por enquanto.
Vamos ver o que vai sair nesta nova coleção para acrescentar aos X-men, por enquanto, sem noção do que virá pela frente, não dá para confiar que este novo suporte vá mudar muito a condição dos mutantes de simples coadjuvantes aos decks, mas dou um 2/5 pois a carta pode ajudar pelo menos naqueles jogos for fun.
Daniel:
Um novo suporte para os X-Men que dá a tão esperada capacitação extra, além de um efeito que soma recursos conforme os X-Men entram em cena. Em teoria, o que faltava para um deck "tribal" dos mutantes. Na prática, bem...
Ainda não sabemos o que esperar da nova coleção, Múltiplas Identidades. Mas, com o que temos agora e com o que vemos no meta atual, podemos especular. E o que podemos especular é que essa carta dificilmente verá jogo em um ambiente competitivo. Vamos às razões:
1 - Suportes não têm uma mecânica de busca sólida, ao contrário de personagens (Convocar Reforços) e cenários (Mystério), essencial para dar estabilidade a qualquer carta.
2 - Forge-dependência. O fato de o suporte em questão ser 6/2 complica a própria viabilidade, tornando o mutante obrigatório. Porém, um personagem com poderes de pouca representatividade no cenário atual e sem ação própria não segura um deck sozinho.
3 - Os próprios X-Men não têm uma estratégia definida, ao contrário do Quarteto Fantástico em sua época de glória. Alguma opções seriam apostar em ataques energéticos com Pássaro Negro (aumentando assim a dependência de Forge; mas convenhamos, deck Energético puro é melhor) ou Magia/Telecinesia, tornando o segundo efeito controlável ao gosto do piloto com Clarividência e aproveitando a sinergia entre os dois poderes através dos personagens, encaixando melhor o Forge dentro de um propósito. Aqui o problema seria que Telecinesia é um poder sem grandes atrativos ofensivos, fazendo com o que o atual deck de Magia/Lâminas seja uma alternativa superior, além de que a personagem Magia é a única que faria o link sem depender do Livro de Vishanti.
4 - A carta em si não tem nenhum efeito decisivo que justifique um deck X-Men em torno dela. Embora a capacitação extra seja desejável, a geração (aleatória e potencialmente negativa para o controlador) de recursos é OK no máximo. Muito trabalho por quase nada em retorno.
Coisas que tornariam esta carta jogável: Carta que busque suportes do deck ou recursos, habilidades de Antecipação e/ou Ação Imprevista para Telecinesia, efeitos que sejam ativados quando uma carta vai do deck para os recursos.
Como dito, não sabemos o que Múltiplas Identidades nos reserva. Mas, enquanto isso... - Nota: 1/5
Bom galera, é isso.
E vocês, o que acharam da carta, tem potencial?
Amanhã já tem um novo spoiler e novos comentários aqui.
Abraços!
Tag :
Spoiler
,
Carta aberta à Copag
By : Daniel Bastos
Caros representantes Copag
Com o advento de BSMI (MI seria Mundos Incríveis?) e as novidades apresentadas pela equipe Battle Scenes na forma de uma nova carta promocional e o software de aplicação para torneios, é importante que vocês olhem para a comunidade que se formou ao redor do jogo com carinho, como tenho certeza que têm feito até o momento.
É natural que surjam opiniões, sugestões, críticas e felicitações a todo o instante e que muito desse feedback seja difícil ou impossível de absorver. Vou além: é compreensível que não seja possível agradar a todos que tentam fazer o jogo melhor dentro de cada conceito considerado por cada jogador.
O que não é compreensível e não pode ser admitido como comportamento de uma empresa que busca a comunicação com a comunidade que cria é censurar vozes dissidentes que, no fim das contas, têm por objetivo contribuir para o crescimento daquilo que vocês mesmos plantaram.
Infelizmente, isso foi o que aconteceu hoje, no espaço fornecido por vocês para divulgação do software que deve ser lançado em breve. Eu sou uma dessas vozes dissidentes que acredita no jogo e quer vê-lo prosperar, mas que está assistindo a uma situação complicada de se reverter. E, hoje, eu fui censurado.
Sendo assim, a alternativa que me resta é usar este espaço que me cabe para tentar me fazer ouvido, já que, neste mesmo comunicado, vocês informam que estão a par dos acontecimentos nos blogs e comunidades que discorrem sobre Battle Scenes. À propósito, agradeço em nome da equipe pela menção a este espaço.
Permitam-me explicar a situação, já que a mesma ainda não está clarificada. Abaixo, segue o trecho escrito por mim e censurado por vocês:
.
"Um sistema oficial de torneios não atrai novos jogadores, que não se importam com o tempo decorrido de uma partida ou o parelhamento de dois jogadores ou os resultados de uma rodada.
Um sistema oficial de torneios não difunde o jogo por si só, sendo o mesmo novo e carente de divulgação (o que leva ao primeiro e principal ponto). Basta ir a uma loja, jogar e contar quantas pessoas por dia param, olham e mal fazem idéia do que se trata, mesmo sendo do universo gamer/geek/TCG/etc...
Um sistema oficial de torneios não dá garantias de que haverá suporte ao jogo na forma de representantes Copag presentes a torneios oficiais em parceria com lojas, mesmo quando a própria Copag realiza o acordo (e não cumpre).
Um sistema oficial de torneios não habilita o jogo a disputas em "melhor de 3", como qualquer TCG que almeja ser competitivo e que enfrenta sérios problemas ditados pela disputa à iniciativa.
Um sistema oficial de torneios não resolve o problema de um jogo com dois decks semelhantes, que torna o jogo literalmente uma "partida de um lado só", como nenhum outro TCG foi capaz de conceber até hoje.
Eu poderia continuar, mas o ponto é que existem outros problemas que demandam uma atenção maior do que um software próprio para o jogo (sem o qual os lojistas são perfeitamente capazes de organizar torneios).
Dizer que este é o principal problema com o jogo no momento é desconhecer os reais problemas que a comunidade enfrenta com um jogo que está sendo carregado nas costas pela mesma ou querer encher a bola da Copag por "qualquer osso jogado". Mas não deixa de ser uma ótima iniciativa, que mostra que a Copag ainda quer algo com o jogo, ao menos."
.
Para contextualizá-los melhor, esta foi uma resposta a outro usuário que havia me interpelado sobre a iniciativa adotada por vocês ser exatamente o que nós, jogadores de BS, precisamos nesse momento em se tratando do jogo. Minha postura, obviamente, é contrária.
Se, em algum momento ou trecho, a Copag sente-se prejudicada ou difamada pelas minhas palavras, não é essa a minha intenção. A minha intenção, porém, é chamar a atenção ao fato de que o que está sendo entregue a nós, jogadores, não é o suficiente.
O receio de que o jogo não se sustente para uma quinta edição por puro desinteresse dos jogadores que investem em BS e dos lojistas que nos mantém abastecidos é real e amplamente discutido aqui em SP. Isso está sendo dito por alguém que está vivenciando o ambiente que vocês esperam cultivar. Essa é a intenção.
E o que foi feito comigo hoje é de uma vergonha descabida, uma lástima incompreensível.
Cada vez mais jogadores estão abandonando (ainda que temporariamente) BS por diversos motivos. E os que restam estão sem saber o que esperar. Ainda assim, vez ou outra, um de nós encontra uma pessoa comprando uma booster box ou um deck de BSPO, genuinamente interessada na comunidade ativa ou simplesmente com algumas dúvidas, mas sem coragem de interagir com jogadores mais experientes por não ter o devido apoio em estruturas organizadas de incentivo.
Nós, os tidos "jogadores experientes", somos poucos. Oito, dez, às vezes doze, que se encontram em torneios organizados e mantidos por alguns lojistas que acreditam no nosso esforço. E estamos ávidos por um aumento significativo nesse número de entusiastas. Mas precisamos de vocês. Assim como, quero acreditar, vocês precisam de nós.
Através desta carta, convoco meus colegas de blog e outros membros da nossa comunidade a se manifestar. A favor, contra ou muito pelo contrário. Precisamos de vozes. Quantas forem possíveis angariar. E que todas sejam ouvidas por vocês, a quem esta carta realmente deve interessar.
Atenciosamente,
Daniel Bastos.
Com o advento de BSMI (MI seria Mundos Incríveis?) e as novidades apresentadas pela equipe Battle Scenes na forma de uma nova carta promocional e o software de aplicação para torneios, é importante que vocês olhem para a comunidade que se formou ao redor do jogo com carinho, como tenho certeza que têm feito até o momento.
É natural que surjam opiniões, sugestões, críticas e felicitações a todo o instante e que muito desse feedback seja difícil ou impossível de absorver. Vou além: é compreensível que não seja possível agradar a todos que tentam fazer o jogo melhor dentro de cada conceito considerado por cada jogador.
O que não é compreensível e não pode ser admitido como comportamento de uma empresa que busca a comunicação com a comunidade que cria é censurar vozes dissidentes que, no fim das contas, têm por objetivo contribuir para o crescimento daquilo que vocês mesmos plantaram.
Infelizmente, isso foi o que aconteceu hoje, no espaço fornecido por vocês para divulgação do software que deve ser lançado em breve. Eu sou uma dessas vozes dissidentes que acredita no jogo e quer vê-lo prosperar, mas que está assistindo a uma situação complicada de se reverter. E, hoje, eu fui censurado.
Sendo assim, a alternativa que me resta é usar este espaço que me cabe para tentar me fazer ouvido, já que, neste mesmo comunicado, vocês informam que estão a par dos acontecimentos nos blogs e comunidades que discorrem sobre Battle Scenes. À propósito, agradeço em nome da equipe pela menção a este espaço.
Permitam-me explicar a situação, já que a mesma ainda não está clarificada. Abaixo, segue o trecho escrito por mim e censurado por vocês:
.
"Um sistema oficial de torneios não atrai novos jogadores, que não se importam com o tempo decorrido de uma partida ou o parelhamento de dois jogadores ou os resultados de uma rodada.
Um sistema oficial de torneios não difunde o jogo por si só, sendo o mesmo novo e carente de divulgação (o que leva ao primeiro e principal ponto). Basta ir a uma loja, jogar e contar quantas pessoas por dia param, olham e mal fazem idéia do que se trata, mesmo sendo do universo gamer/geek/TCG/etc...
Um sistema oficial de torneios não dá garantias de que haverá suporte ao jogo na forma de representantes Copag presentes a torneios oficiais em parceria com lojas, mesmo quando a própria Copag realiza o acordo (e não cumpre).
Um sistema oficial de torneios não habilita o jogo a disputas em "melhor de 3", como qualquer TCG que almeja ser competitivo e que enfrenta sérios problemas ditados pela disputa à iniciativa.
Um sistema oficial de torneios não resolve o problema de um jogo com dois decks semelhantes, que torna o jogo literalmente uma "partida de um lado só", como nenhum outro TCG foi capaz de conceber até hoje.
Eu poderia continuar, mas o ponto é que existem outros problemas que demandam uma atenção maior do que um software próprio para o jogo (sem o qual os lojistas são perfeitamente capazes de organizar torneios).
Dizer que este é o principal problema com o jogo no momento é desconhecer os reais problemas que a comunidade enfrenta com um jogo que está sendo carregado nas costas pela mesma ou querer encher a bola da Copag por "qualquer osso jogado". Mas não deixa de ser uma ótima iniciativa, que mostra que a Copag ainda quer algo com o jogo, ao menos."
.
Para contextualizá-los melhor, esta foi uma resposta a outro usuário que havia me interpelado sobre a iniciativa adotada por vocês ser exatamente o que nós, jogadores de BS, precisamos nesse momento em se tratando do jogo. Minha postura, obviamente, é contrária.
Se, em algum momento ou trecho, a Copag sente-se prejudicada ou difamada pelas minhas palavras, não é essa a minha intenção. A minha intenção, porém, é chamar a atenção ao fato de que o que está sendo entregue a nós, jogadores, não é o suficiente.
O receio de que o jogo não se sustente para uma quinta edição por puro desinteresse dos jogadores que investem em BS e dos lojistas que nos mantém abastecidos é real e amplamente discutido aqui em SP. Isso está sendo dito por alguém que está vivenciando o ambiente que vocês esperam cultivar. Essa é a intenção.
E o que foi feito comigo hoje é de uma vergonha descabida, uma lástima incompreensível.
Cada vez mais jogadores estão abandonando (ainda que temporariamente) BS por diversos motivos. E os que restam estão sem saber o que esperar. Ainda assim, vez ou outra, um de nós encontra uma pessoa comprando uma booster box ou um deck de BSPO, genuinamente interessada na comunidade ativa ou simplesmente com algumas dúvidas, mas sem coragem de interagir com jogadores mais experientes por não ter o devido apoio em estruturas organizadas de incentivo.
Nós, os tidos "jogadores experientes", somos poucos. Oito, dez, às vezes doze, que se encontram em torneios organizados e mantidos por alguns lojistas que acreditam no nosso esforço. E estamos ávidos por um aumento significativo nesse número de entusiastas. Mas precisamos de vocês. Assim como, quero acreditar, vocês precisam de nós.
Através desta carta, convoco meus colegas de blog e outros membros da nossa comunidade a se manifestar. A favor, contra ou muito pelo contrário. Precisamos de vozes. Quantas forem possíveis angariar. E que todas sejam ouvidas por vocês, a quem esta carta realmente deve interessar.
Atenciosamente,
Daniel Bastos.
Report - Torneio Hotyugioh
By : Atila Ferreira
X Gudy
A primeira partida da tarde já prometia uma dificuldade altíssima.
Eu comecei a partida e resolvi abrir com Mysterio e Dr. Estranho, sem a
Feiticeira Escarlate – resolvi deixa-la para os próximos turnos, pois imagina
que viria fogo cruzado + concentrar poder + onde de energia. Dito e quase
feito, o Gudy baixou o Fogo Cruzado, Elektro e Onda de Energia. Até aí ainda
estava com esperanças de vir uma invasão etérea na Clarividência do Dr.
Estranho (que no momento estava +3 devido ao livro de vishanti). Mas minhas
esperanças se foram quando o Estranho foi preso na Armadilha reforçada.
Nada pude fazer para evitar levar dois penetrantes em cada
um dos dois. No meu turno por sorte comprei outro Dr. Estranho, rendi sem dó o
quase morto, baixei um novinho em folha e de quebra deixei a armadilha dele ali
segurando recursos, e o mais importante: evitando de ele baixar mais uma.
Neste turno além do Estranho coloquei em cena a Feiticeira
Escarlate também e passei o turno. O Elektro foi rendido e foram mais alguns
turnos de passa. Neste meio tempo consegui deixar uma invasão etérea no jeito
no topo do deck, baixei um Treinador e deixei na mesa um Embaralhador
Eletronico.
O Gudy então foi para o jogo de novo, para a cena vieram
Motoqueiro fantasma e Dr. Destino + Máquina do bloqueio mental , ambos com
concentrar poder e Onda de Energia, a invasão etérea cuidou do Destino e o
embaralhador do Motoqueiro. Escapei de
perder.
No meu turno baixei o Raio Negro e consegui dar uma garras imoladoras
no Destino para quebrar o escudo. O Mysterio atacou o Destino e deixou ele com
apenas 1 de vida. No turno do Gudy ele deu uma retirada mais do que estratégica
e deixou no campo apenas o Motoqueiro, com 4 de escudo, ai é f...
Bom.. no meu turno eu tive que buscar uma busca e apreensão
com o Mysterio e dar o grito do Raio negro na Máquina de bloqueio mental para
liberar meus personagens para atacarem.
Neste meio tempo matei mais algum personagem dele, a esta
altura eu estava com 12 prêmios e ele com 3.
Ai ele veio com tudo, lá veio o Dr. Destino novamente, com dois
concentrar poder e 3 de escudo, eu tinha 4 de dano na capacitação, conseguiria
tirar apenas 1 dos concentrar poder, mas foi ai que veio mais uma invasão
etérea salvadora, evitei o ataque do destino e ai foi só finalizar no meu
turno. Jogaço... mas estava só começando!
X Rodrigo
Segunda vez que enfrentaria o deck de Shield, na primeira
vez, ali mesmo na Hotyugioh já havia perdido. Jogamos a moeda, que vem
decidindo muitas partidas, e ganhei. Por sorte comecei bem com o trio ternura: Mysterio,
Feiticeira e Estranho. Ele respondeu bem, com Capitão América, Soldado Invernal
e Maria Hill, mas mais uma vez consegui uma invasão etérea na clarividência e
mais um treinamento intenso e ataque da Feiticeira consegui matar a agente Hill
e tirar as antecipação do Soldado. No meu turno baixei algum personagem com
garras (não lembro qual) e dei uma garras imoladoras tirando as antecipações do
Capitão e aí veio a fase de ataque, por sorte na clarividência da Feiticeira
veio outra garras imoladoras, ai não dá para passar, e dá-lhe mais uma garras
imoladoras. Nesta altura do jogo já estava somando 11 pontos de prêmios – isso aliada
a falta de personagens do Rodrigo me deu a vitória. Mas confesso que foi um
jogo atípico, na antecipação consegui uma invasão etérea e na fase de ataque
revelei uma garras, não dá para contar com isso sempre.
X PH
Todo torneio enfrento o Paulo, e naquela tarde não foi
diferente. O torneio tinha 8 players, e esta era a terceira e última rodada.
Quem ganhasse garantia o primeiro lugar e a maior quantidade de créditos na
loja, o top 4 decidiria apenas o playmatch.
O meu oponente estava de magia também, ambos sabíamos que a
moeda decidiria muito o rumo da partida. Mais uma vez ganhei na moeda.
Abri com o básico, Mysterio, Estranho e Feiticeira.
Ele revidou bem, com duas invasões secretas ele conseguiu
baixar dois Mysterios (estávamos com 3 em jogo) e Wolverine. Como eu estava com
o Wolverine na mão acabei matando o Wolverine dele e baixando o meu.
Não lembro muito bem como o jogo fluiu, mas ele baixou uma
Feiticeira também, com invasão secreta, hajam invasões! E ele também estava com
a Espiral... a grande esperança dele era conseguir juntar os 3 ninjas do
tentáculo que ele usa, mas um deles acabou caindo na primeira contagem
regressiva. Sorte minha...
Infelizmente jogando mirror e magia, quem começa tem uma
grande vantagem, pois o coração do deck é estar com o trio em jogo, um ou mesmo
apenas dois deles não funciona do mesmo.
Acabei vencendo a partida e garantindo o primeiro lugar para
a divisão da premiação.
TOP 4
X Daniel
O Daniel usa um deck de Omega muito bem montado, sempre que
jogamos são grandes partidas decididas nos detalhes, e esta não foi diferente.
Mais uma vez ganhei no dado e comecei conforme pede o
protocolo.
Ele segurou alguns turnos para acumular e recursos e esperar
vir um sabre (que felizmente não veio), mas resolveu abrir com Omega +
Esconderijo Secreto, algum personagem que não tinha laminas (sei disso porque
ele não conseguiu me dar a garras imoladoras que ele tinha na mão) e
Constritor. Apesar de ter aberto bem o Omega quase virou a partida, consegui dar
uma invasão etérea e uma garras imoladoras nele, mas no turno seguinte ele
estava 100%, nessas horas a reestruturação muscular faz a diferença. Os dois de
escudo do esconderijo secreto mais os personagens dele, a esta altura ele já
tinha colocado um Mercurio também, estava me impedindo de atacar o Omega, e
todo turno era 1 penetrante na preparação. Tive que me virar e gastar todos os
meus ataques no esconderijo secreto para conseguir matar o Omega.
Meu Mysterio já tinha sido morto, mas eu estava segurando
uma garras imoladoras que conseguiu virar o jogo em um dos meus turnos, ai foi
só finalizar. Não lembro muito bem desta partida, mas foi muito mais disputada
do que este pequeno comentário sugere.
X PH
E vamos a final, novamente enfrentando o Paulo. Eu estava
iluminado naquela tarde, ganhei na moeda pela quinta vez em cinco jogos.
Desnecessário comentar sobre a partida, foi muito parecida
com o terceiro jogo, abri com o trio e um dos ninjas dele caiu na contagem
regressiva.
Ai foi só controlar e pegar o playmatch.
Report do Campeão do torneio na loja Magicdomain dia 10/05 e decklist.
By : Unknown
Começo esse report agradecendo aos 9 guerreiros que participaram do torneio e quando me refiro a Guerreiros quero reconhecer a coragem (que infelizmente poucos possuem nesse cardgame tão maravilhoso) de participar dos torneios, contribuindo para o crescimento do mesmo (infelizmente quase sempre são os mesmos que participam do torneio).
Logo na entrada da loja fui surpreendido com esse X-box 360 que foi comprado pela loja para dar de premiação ao 1º colocado do torneio que ocorreu dia 27/04/2014 e teve a participação de 8 guerreiros.
![]() |
| Prêmio sem ganhador |
![]() |
| Adicionar legenda |
Neste momento a sobrevivência do cardgame pode estar em perigo e os únicos que podem ajudar são os guerreiros que participarem dos torneios.
Quanto ao report:
Sem players comparecendo em torneios qualquer informação é desnecessária, quem dirá decklists !!!!
Agradeço a todos os que participaram de torneios até agora e se o BS não der certo (chegar ao nível do Magic) podemos ficar tranquilos que fizemos o nosso melhor.

.jpg)











